A primeira versão está de pé sobre a Atrofia Muscular Espinhal. Cada número vem de base pública identificada, com período e quantidade de linhas lidas. Onde o dado não existe, a tela escreve que não existe em vez de mostrar zero.
O desenho da jornada envelhece no PowerPoint
Todo time de acesso já viu um patient journey feito por consultoria: bonito, genérico, sem número e desatualizado no dia da entrega. Quando chega a pergunta do comitê, alguém abre chamado para a área de dados e espera duas semanas.
O número não tem origem
O slide diz quantos pacientes existem, ninguém sabe de qual base saiu nem de que período. Uma pergunta derruba o slide.
A jornada não tem etapa medida
As caixinhas do desenho não têm volume. Não se sabe onde o paciente some, então não se sabe onde investir.
O que falta virou zero
Onde a base não cobre, a planilha coloca zero ou estimativa. A decisão sai de um número que ninguém checou.
A jornada deixa de ser um relatório lido e passa a ser o lugar onde a pergunta é respondida.
O mesmo arquivo de dados desenha o mapa, alimenta os gargalos e responde a pergunta escrita com as suas palavras. O número que aparece na vitrine é o número que aparece no painel, porque os dois leem a mesma fonte.
Do primeiro sinal em casa ao desfecho
Versão reduzida do mapa que abre no painel. Cinza tracejado é o que a base pública não enxerga, e isso fica escrito na peça, não escondido.
Faça a pergunta, veja a fonte
Três perguntas prontas, respondidas aqui mesmo, em cima do mesmo arquivo do painel. No painel completo você escreve a sua.
O painel rodando aqui dentro
É o mesmo arquivo que abre em tela cheia. Filtre por estado, clique numa etapa do mapa e veja a conta aberta.
Se a demonstração não carregar dentro desta moldura por restrição do navegador, use o botão para abrir em tela cheia.
Fontes, cadência e governança
Tudo que a tela mostra vem daqui. Carga mensal, versão por carga e trilha de auditoria de quem mudou o quê.
Segurança e LGPD
Acesso por perfil
Cada pessoa vê o recorte do seu papel. Executivo, inteligência de mercado e comercial não compartilham a mesma visão.
Log de consulta e exportação
Toda pergunta, todo filtro e todo arquivo baixado ficam registrados com hora e usuário.
Criptografia e dado agregado
Criptografia em trânsito e em repouso. O painel usa dado público agregado, sem paciente identificado, e não se integra ao sistema do cliente.
O que a tela nunca faz
Não estima
Nenhum número é projetado. Onde a base não cobre, aparece sem cobertura com o aviso da fonte.
Não mistura autorização com adesão
APAC é autorização e dispensação de medicamento. O painel diz isso em cima do gráfico, não no pé da página.
Não finge enxergar o setor privado
O padrão TISS não publica CID em base aberta. O privado entra por cobertura da ANS, nunca por caso.
O que ainda não sabemos
Três mesas, a mesma fonte
Para parar de montar planilha à mão
Carga mensal automática, recorte por doença e por estado, exportação com proveniência pronta para o relatório interno.
Para escolher onde colocar força
Onde existe paciente e não existe onde tratar, onde o alto custo já está concentrado, qual estado ainda não tem precedente de dispensação.
Para levar o slide sem medo
Cada número sai com base, período e linhas lidas. A pergunta do comitê é respondida na hora, com a fonte citada.
Seis camadas, do arquivo cru ao comitê
A engrenagem marca o que roda sozinho todo mês. A governança atravessa as cinco camadas de cima.
Oito semanas até o painel em produção
Uma doença por vez. A primeira sobe com a base pública inteira; a segunda entra em duas semanas porque a esteira já existe.
O que muda o prazo: convênio de dado com operadora, compra de base de mercado e aprovação de segurança do cliente. Nada disso bloqueia a semana 1.